Será que o seu filho quer ter a vida exposta nas redes sociais?

Crianças são encantadoras, isso ninguém pode negar. Para os pais, então, cada sorriso e nova palavra dita tornam-se motivo de registros, lágrimas, emoções. Nada mais justo. E este encantamento é fundamental, pois indica interesse, entrega, amor. Contudo, na era das redes sociais, é importante estar atento. Será necessário compartilhar com toda a sua rede cada movimento, novo aprendizado e sorriso de seu filho?

Hoje, na timeline do Facebook, não é raro encontrarmos fotos e vídeos de momentos íntimos da vida de uma criança. Pais reportam desde o nascimento do filho até as refeições, brincadeiras, idas à escola, passeios aos finais de semana. A pergunta é: existe limite para essa exposição? A realidade é que existem muitas respostas, mas hoje pensaremos sobre a intimidade e sobre o respeito à individualidade da criança.

exposicao-criança-internetSerá que ela gostaria de ter seus momentos íntimos expostos na rede? Será que compartilhar cada passo e novo aprendizado de seu filho não evoca determinados riscos? Será que não seria interessante manter a privacidade e, quando lhe couber, a própria criança fará a escolha de ter sua vida exposta ou não?

Conversando sobre isso com uma amiga, que é mãe de uma menina de 2 anos, ela me disse: “Minha filha é tão linda que tenho vontade de mostrar ao mundo cada sorriso e novo passo que ela dá! Mas não o faço, pois não sei se ela gostaria de ter sua imagem e sua intimidade expostas”.  Essa fala faz todo o sentido. A mãe está respeitando a individualidade da filha.

Quais as razões para exibirmos a vida de nossos filhos da rede? Por que queremos que todos vejam como estamos os educando, quais as novas palavras que aprenderam ou qual o novo brinquedo que ganharam? É importante que façamos este autoquestionamento antes de sairmos postando fotos atrás de fotos, vídeos atrás de vídeos. A intimidade de outra pessoa está em jogo. E isso é muito delicado, merece atenção e cuidado.

As redes sociais deram um novo ritmo às relações humanas. O que antes era compartilhado apenas com familiares e amigos íntimos, hoje é jogado na rede para todos verem, em tempo real. É preciso estar atento e tomar os devidos cuidados, pois não sabemos até onde a imagem de nosso filho pode chegar, ou que podem fazer com ela. A internet está organizada sob a lógica da rede, os conteúdos postados podem ser copiados, alterados, viralizados, as vezes para o bem e outras, para o mal.

Amar também é respeitar a individualidade daquele que amamos. Talvez o mais indicado seja esperar, até que a criança possa escolher, com autonomia, se deseja ou não ter a sua vida narrada em uma página de Facebook.

Leituras relacionadas:

Superexposição na rede pode prejudicar a formação de crianças

Veja erros que cometemos na publicação de fotos de nossos filhos na internet; saiba evitá-los

Seu filho está exposto demais nas redes sociais?

Pais evitam expor fotos, nomes e dados dos filhos em redes sociais

Anúncios

Social learning: uma nova forma de aprender!

Já conhece o Brainly.com.br? A ferramenta, que está presente em 30 países, foi lançada no Brasil no final de 2012 e tem como objetivo reunir em um mesmo espaço alunos do ensino fundamental, médio e superior permitindo troca de conhecimento e ajuda mútua.

Além de possibilitar o aprendizado, a plataforma permite ao jovem conhecer novas pessoas e fazer amizades com alunos de todo o país. Neste sentido, a ferramenta se encaixa na categoria de ‘social learning’, uma vez que utiliza tecnologias presentes nas redes sociais para potencializar o aprendizado e a aquisição de conhecimento contínuos. Brainly

Como funciona?

A plataforma é gratuita. O primeiro passo consiste em realizar um cadastro no site (uma vez cadastrado, você passa a integrar a rede). Como membro, você lançará dúvidas (aguardando respostas de outros participantes) e ajudará outras pessoas nas áreas que domina.  

Posso confiar nas respostas que recebo?

A qualidade das respostas é assegurada por moderadores voluntários (pais, professores ativos e aposentados, estudantes e alunos que se destacaram no portal). Conteúdos incorretos são reportados pelos usuários aos moderadores, que rapidamente verificam as respostas colocadas.

Para engajar e motivar os participantes, o Brainly conta com um sistema de gamificação (ranking, pontuação, etc). Para ganhar pontos, por exemplo, é necessário ajudar os demais membros a esclarecerem dúvidas. A estratégia de gamificação garante dinamismo à ferramenta e potencializa o envolvimento dos participantes.

GOSTOU? FAÇA PARTE!  –> http://brainly.com.br/

Internet para crianças: quais os limites?

Começo esse texto recuperando uma cena que vivenciei há pouco tempo. Estava eu em uma sala de espera e, enquanto uma mãe era atendida, sua filha aguardava ao meu lado. A menina, que deveria ter por volta de 8 anos, estava completamente deslumbrada, manejando de forma bastante confortável um Iphone.

Não sei se aquele Iphone tinha ou não internet, não sei se a mãe fiscalizava quais eram os aplicativos utilizados pela menina, não sei quais eram as restrições impostas pelos pais para que aquela criança pudesse ter esse mini computador nas mãos.

Mesmo sem ter acesso a todos esses detalhes, pensei: “que mãe mais displicente! Eu jamais deixaria minha filha de 8 anos sozinha, com uma geringonça dessas nas mãos, afinal, não sei o que ela poderá acessar ou com quem poderá se comunicar”. Por um segundo, me senti careta e fiquei com medo de me tornar uma daquelas mães neuróticas.

Depois de ter presenciado a cena da criança com o computador/Iphone nas mãos e  de ter me passado tal reflexão pela cabeça, resolvi pesquisar o assunto e encontrei materiais bastante interessantes, que se preocupam em garantir o uso seguro da internet por crianças, pré-adolescentes e adolescentes.

Criança e internet: orientação dos pais e educadores é fundamental para garantir uso seguro e responsável

Criança e internet: orientação dos pais e educadores é fundamental para garantir uso seguro e responsável

Não é possível privar crianças e adolescentes do uso de computadores. Claro que podemos (e devemos), como pais e educadores, garantir que a infância seja vivida plenamente, e que as descobertas aconteçam no mundo real, sendo o virtual apenas uma ferramenta a mais para complementar o desenvolvimento cognitivo dos jovens.

Dentro do contexto atual em que vivemos, a interação com a tecnologia é inevitável e tal fato não deve ser preocupante, muito pelo contrário, pode trazer grandes benefícios às crianças, porém, é essencial que a interação com a tecnologia seja guiada por adultos, que possam acompanhar o uso que as crianças fazem da tecnologia, colocando os devidos limites.

Sim, limites. Sabemos que a internet está repleta dos mais diversos tipos de conteúdo. Muitos podem ser inapropriados para uma criança de 8 anos. Além disso, sabemos que existem diversas pessoas que fazem uso da internet com intuito de prejudicar aquele que está do outro lado da tela. É preciso estar atento, afinal, nunca saberemos qual a real identidade da pessoa com quem falamos. É fundamental ter criticidade para fazer uso correto e seguro da internet.

Por isso é importante termos muito cuidado com nossas crianças. Elas não apresentam maturidade suficiente para compreender a dinâmica do ambiente online e precisam ser educadas para que desenvolvam um olhar atento e cuidadoso, devem ser orientadas, portanto, para que se tornem usuárias digitais responsáveis.

Pensando em garantir e incentivar a segurança das crianças no ciberespaço e a fim de educá-las para que sejam internautas responsáveis, diversas iniciativas foram lançadas. Conheça algumas, que podem ser usadas tanto por educadores, em sala de aula, como por pais, que buscam orientação para lidar com o desafio de educar os filhos para um uso correto e seguro da internet.

* Cartilhas do Movimento Criança Mais Segura:

Guia para o uso responsável da internet 

Internet segura e divertida: para crianças de 2 a 8 anos

Ushahidi: uma rede social em prol do desenvolvimento humano

Ontem assisti uma palestra sobre a organização Ushahidi e descobri que o Brasil está entre os 159 países que fazem parte da iniciativa. A proposta do encontro era discutir a integração das novas tecnologias no desenvolvimento de países africanos.

O debate é interessante (e apropriado a este blog) uma vez que tem como grande objetivo dar voz aos cidadãos, ou seja, instrumentalizá-los para produzir conteúdo, deixando de lado a posição de receptor passivo. A plataforma visa a construção de conteúdo colaborativa e o compartilhamento.

UshahidiIsso, porém, é algo que vem acontecendo há um bom tempo, principalmente após a internet e a consolidação das redes sociais. O fluxo de informação já foi modificado, hoje não existe mais um canal de comunicação de mão única; o poder de argumentação dos receptores é inevitável. Mesmo o conteúdo televisivo, que ainda é o retrato da recepção passiva, já pode ser contestado, pois o telespectador tem a possibilidade de reclamar ou argumentar em outros canais, por exemplo,  no Facebook ou em blogs pessoais.

O interessante da Ushahidi, porém, vai além de seu propósito de democratizar a informação e derrubar barreiras para que os cidadãos possam contar suas histórias e expor seus pontos de vista. A iniciativa nasceu no Quênia, em 2008, após um enorme conflito político. Diversas pessoas morreram e a imprensa cobria apenas o que ocorria nos grandes centros. Assim, um grupo de quenianos decidiu criar a plataforma “Ushahidi”, uma espécie de rede social que tinha como grande objetivo mapear as áreas mais violentas do país para que, assim, pessoas conseguissem evitar as zonas de maior risco. Tornou-se uma ferramenta poderosa de ajuda humanitária.

A rede social alcançou 45 mil usuários no Quênia e se expandiu para outras áreas do globo. Hoje têm voluntários na Europa, América do Sul e nos EUA e o mapeamento que realiza atualmente pode ser visto como uma iniciativa global. Foi utilizada para facilitar o atendimento aos feridos no furacão que atingiu o Haiti em 2010, ajudou no mapeamento das áreas com energia elétrica após o furacão Sandy (EUA) e também serviu para a coleta de informações durante os conflitos na Líbia.

Além de ser útil em situações de crise, a plataforma também serve de observatório eleitoral. Pode ser utilizada para reunir comentários de eleitores e denúncias de crimes eleitorais, por exemplo.

A Ushahidi tem parceria com organizações como a ONU, Al-jazeera e World Bank. Para saber mais sobre a iniciativa, visite o site e/ou assista o vídeo abaixo (em inglês).

Curiosidade! — “Ushahidi”, em suaíli, significa “testemunho”. Suaíli é a língua falada no Quênia e em outros países africanos, como Tanzânia e Uganda.

Oficinas online orientam educadores a produzir conteúdo para redes sociais

As redes sociais já fazem parte da rotina de muitos professores, que buscam explorar plataformas online como meio de comunicação e interação com os alunos. Redes sociais como o Twitter, Facebook e Youtube já integram o rol de ferramentas utilizadas pelos professores e são, com frequência, explorados para fins pedagógicos. Os docentes, porém, tendem a enfrentar certas barreiras geracionais, já que muitos antecedem a “era digital” e não têm o costume de utilizar as mídias sociais no dia a dia.

Um dos desafios enfrentados pelos educadores relaciona-se à linguagem adequada a ser utilizada nas redes sociais. No Facebook e Twitter, por exemplo, o lema é explorar textos mais concisos, ou “minitextos” – Isso, porém, não significa se render às gírias e abreviações comumente utilizadas pelos jovens, mas sim entender que cada plataforma sugere diferentes tipos de abordagem em relação à língua portuguesa – Há técnicas que tornam o texto mais eficaz dependendo do meio de comunicação que se utiliza.

Pensando neste desafio, o Instituto Ecofuturo organizou uma série de oficinas online que visam ajudar professores a produzir textos para o Facebook.

As oficinas ocorrerão nos dias 21 e 28 de novembro. O curso, ministrado pela  educadora Maria Betânia Ferreira, foi desenvolvido com o objetivo de oferecer orientações a professores, educadores sociais e profissionais de biblioteca sobre técnicas de produção de textos para redes sociais.

As oficinas acontecem em três sessões online – às 10h30, 15h30 e 20h30, em ambos os dias. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até dia 20 de novembro. Para se inscrever, clique aqui.

Redes sociais: muito além do entretenimento

Quem disse que os jovens só utilizam as redes sociais para fins de entretenimento? Estudantes brasileiros mostraram que sabem fazer ótimo proveito da força e visibilidade que ferramentas como Facebook oferecem e, nesta última segunda (22), organizaram um grande protesto via rede social reivindicando melhorias na infraestrutura de suas escolas.

A “moda”do Diário de Classe, lançado em agosto de 2012 pela estudante catarinense Isadora Faber, 13, parece ter conquistado a todos. Isadora criou uma página no Facebook para contar o dia a dia de sua escola e denunciar os problemas da instituição, clamando por melhores condições. Segundo a menina, a página – que conta com mais de 300 mil seguidores – visa “mostrar a verdade sobre as escolas públicas brasileiras”.

Inspirado no Diário Online de Isadora foi criado o “Dia do Basta”, que ocorreu ontem (22 de outubro de 2012) e reuniu estudantes de diversas partes do Brasil, que se uniram para lutar por escolas de qualidade.

Como parte do protesto, os jovens enviaram mensagens ao Gabinete do Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e para as secretarias municipais e estaduais de Educação relatando os problemas de suas unidades.

As denúncias online de Isadora trouxeram benefícios à escola em que estuda e motivaram outros estudantes a aderirem à causa.

Com a esperança de mobilizarem autoridades, jovens publicaram inúmeras fotos na rede denunciando não apenas falhas na infraestrutura de suas instituições, mas também a ausência de professores e problemas relacionados à merenda.

Agora já são mais de 30 páginas no Facebook inspiradas no “Diário de Classe” de Isadora. Segundo levantamento do UOL Educação, 26 páginas são de escolas de ensino fundamental e médio, duas delas são de universidades e outras duas reúnem diferentes escolas do mesmo município. A maioria das instituições é de responsabilidade estadual.

A visibilidade proporcionada pelas redes sociais pode ser uma grande aliada de lutas como a de Isadora. A repercussão de sua página desencadeou intensa cobertura midiática e, a soma das vozes dos alunos e da mídia,  causou grande impacto e forte pressão nas autoridades que, perante tais denúncias, não poderiam fazer outra coisa senão agir.

Para saber mais sobre o assunto, clique aqui.

A geração internet e o engajamento cívico

É comum ouvirmos que os jovens de hoje não se interessam por política e que possuem, até mesmo, aversão ao assunto. Talvez essa impressão esteja equivocada e, o que na verdade ocorre, é que esses jovens sintam-se desiludidos com o modelo político convencional, em que a ideia dominante é “nós votamos, eles governam”.

Os jovens da geração digital parecem querer mais que isso. Nasceram em uma realidade em que a participação e cooperação são possíveis; por meio da internet e das redes sociais conseguem expor seus pensamentos, opiniões e até mesmo influenciar decisões governamentais, como ocorreu com a campanha política do presidente americano Barack Obama, em 2007. Eles descobriram que, por meio das ferramentas online, podem lutar pelo o que acreditam.

A campanha de Obama, comandada pelo jovem Chris Hughes, foi sucesso absoluto e é sempre um ótimo case a ser avaliado quando o assunto tangencia os temas geração digital, redes sociais e política.

Hughes explorou a sede de mudança (comum aos jovens), mas inovou, ao entender que, agora, esses jovens estavam na internet e mais do que isso, estavam acostumados com a dinâmica do ciberespaço. Ele trouxe a vida política aos adolescentes da geração Y e confirmou que sim, existia interesse político entre eles.

A participação é fundamental para a geração internet, eles precisam “fazer parte” para se sentirem  motivados. Chris Hughes deu isso a eles: possibilidade de participarem da eleição de Obama de forma ativa e não por meio de campanhas tradicionais, em que, geralmente, o cidadão se torna mero espectador dos discursos proferidos pelos candidatos.

Obama sempre trouxe os cidadãos para perto de si, afirmando que eles eram fundamentais para a sua eleição, não como meros eleitores, mas como pensantes, como pilares de seu governo e, ao invés de oferecer frases de efeito, ofereceu ferramentas para construir um eleitorado engajado e ativo.

A grande sacada foi transferir toda essa energia que existe na internet para o “campo de batalha”, ou seja, usar as redes sociais e demais ferramentas online como meio para eleger Obama. Para isso foi criado o site my.barackobama.com, completamente interativo, o que despertou forte sentimento de comunidade e valorizou o poder do povo.

A campanha teve enorme êxito e mostrou que o ambiente online se tornou ferramenta política tão fundamental quanto as mídias tradicionais. Na TV não existe diálogo, o cidadão é exposto ao horário político sem que possa mostrar seu posicionamento; cria-se um enorme distanciamento entre eleitorado e candidatos. Já nas redes sociais, como o twitter, a aproximação acontece e, Obama, fez isso muito bem.

As ferramentas online, porém, não servem apenas para engajar durante as eleições, mas dá aos jovens a possibilidade de monitorarem de perto seus candidatos, cobrando posicionamentos e ações. Esses jovens possuem ferramentas sem precedentes para lutarem por mudanças. Precisam, para isso, ser estimulados e alertados acerca do poder que têm nas mãos. Eles não apoiam mais o modelo “nós votamos, vocês governam”; querem ter voz ativa no governo e, se precisar, não duvidem, ainda vão para as ruas, como acontecia há anos, quando a internet não existia.

Um bom exemplo de que os jovens usam o ambiente online como ferramenta política, mas não se restringem à ele, foi o recente manifesto “Amor sim, Russomanno não”, organizado por ativistas online para evitar que o candidato à prefeitura de São Paulo fosse eleito. A Praça Rossevelt, palco da manifestação, lotou.

A geração formada por esses “jovens digitais” não se contenta em assistir sem participar. Eles querem ser mais do que eleitores, querem ser colaboradores. E, se ignorados, vão arranjar meios de externar suas lutas – construir seus próprios canais de comunicação, produzir seus próprios vídeos, notícias, entrevistas, organizar fóruns e assim, mostrar que buscam participação ativa nas decisões políticas.

Portanto, talvez seja duvidoso afirmar que não são interessados em política. Eles querem um novo jeito de fazer política.

O que as pessoas postam no twitter?

Eu uso o twitter praticamente todos os dias. Além de fazer parte da minha rotina de trabalho, a ferramenta também me acompanha em alguns momentos de lazer.

Gosto bastante, não posso negar.

Grande parte dos links que posto são artigos de sites e blogs. Vez ou outra, posto alguns vídeos e, raramente, fotos. Parece que não estou dentro do perfil predominante dos usuários do miniblog.

O site Diffbot analisou mais de 750 mil links postados no twitter e traçou o perfil do conteúdo divulgado pelos usuários.

O que as pessoas postam?

Veja abaixo que interessante os resultados da pesquisa e, a seguir, o infográfico gerado a partir do estudo.

  • Fotos representam 36% de todas as postagens no twitter;
  • Artigos de sites e blogs representam um total de 16% dos links postados;
  • 9% dos links postados são vídeos (60% deles via youtube);
  • 7% de todos os links postados no twitter direcionam para páginas inexistentes/com erro;
  • 8% dos links estão ligados a produtos;
  • O site indonésio detik.com é o campeão de “shares” no twitter;
  • 68% do conteúdo postado está em inglês e 3%, em português;
  • Os sites brasileiros Globo.com e UOL estão entre os mais compartilhados na rede.

60 perfis para seguir no twitter

Tem conta no twitter e se interessa por temas ligados à educação e comunicação? Então confira a lista que preparamos para você. Identificamos 60 perfis que merecem estar entre os seus favoritos!

Os perfis selecionados tratam, em linhas gerais, de temas como: educação e novas mídias, educação à distância, mobile learning, protagonismo juvenil, inclusão digital. Veja abaixo a lista dos twitters e um breve descritivo sobre cada um:

@Educomunicacao – Espaço para pensar a Comunicação e a Educação de forma integrada.

@educomUSP – Twitter da Licenciatura em Educomunicação da USP.

@institutoclaro – Para discutir as novas tecnologias na educação.

@Edudemic – Blog americano sobre educação e novas mídias.

@vozdacomunidade – Jornal Voz da Comunidade – O primeiro jornal do Complexo do Alemão.

@EducomBahia – Pesquisa sobre a interface entre a Comunicação e a Educação na UFBA.

@inovaEduca3 – 1° Congresso sobre Práticas Inovadoras na Educação.

@MVmob –  O celular nas escolas como plataforma de ensino e integração.

@educacaoufc – O Jornal da Educação dá voz à produção da Universidade Federal do Ceará.

@JornalismoJovem – Ao produzir conteúdos midiáticos, jovens tornam-se mais críticos.

@educacaoNet – Discussões sobre o uso de internet e tecnologia na educação.

@institutogens – Assessoria e Consultoria em Educação, Comunicação, Educom e Filosofia.

@revistapontocom – A interface entre a mídia e a educação num só lugar.

@Juv_Conectadas – As  TICs e participação social e política da juventude.

@DialogoTICs – Blog relacionado às tecnologias na educação.

@midiaseducacao – Programa de formação para o uso pedagógico das diferentes mídias.

@educarcomtec – Educar com Tecnologias : Blog Instituto Crescer e Intel Brasil.

@incsociodigital – Projeto que visa diminuir desigualdades e dificuldades de acesso às TICs.

@sintonia_jovem – Central de Notícias organizada e produzida por jovens.

@ticnaeducacao – Revista digital que alia tecnologia, informação e comunicação na Educação.

@NaveMDE – Departamento de Midiaeducação – CEJLL/NAVE.

@alemrede – Projeto Educomunicativo para aplicação na rede escolar.

@CirandaPR – Promoção e defesa dos direitos infanto-juvenis por meio da comunicação e educação.

@EF_USP – Escola do Futuro da USP: investiga as aplicações das TICs na educação.

@cgceducacao – Twitter sobre práticas comunicativas na educação.

@InstitutoFG – ONG que atua na linha do Protagonismo Juvenil e da instrumentalização de profissionais.

@webcurriculo – Tecnologias e Educação – PUCSP

@mlearningpedia – Primeiro blog Brasileiro sobre Mobile Learning.

@EADistancia – Perfil sobre Educação à Distância

@TICeducacao – Twitter da Revista Eletrônica TIC Educação.

@educacaohoje – Canal sobre o que acontece hoje em educação e tecnologia no Brasil.

@educultdigital – Espaço para troca de experiências sobre o que significa Educar na Cultura Digital.

@nasondasdoradio – Projeto da Secretaria Municipal de Educação de SP que incentiva o protagonismo juvenil.

@estacao_jovem – Estação Jovem, é um equipamento público da COMJUV, destinado aos jovens de São Caetano do Sul.

@RadioChiclet – projeto de rádio escolar desenvolvido por alunos de 07 a 10 anos na EMEF Profª Liliane Verzini Silva.

@edu_inova – Aprendizagem, diante do uso da tecnologia na educação.

@viracao – Perfil do site, da revista e da ONG Viração Educomunicação: Mudança, atitude e ousadia jovem.

@tecEdu – Perfil da editora da Revista Tecnologias na Educação.

@twitteduca – Jornalistas ajudando a construir e valorizar a educação através das mídias sociais.

@educaredebrasil – Portal educativo, que publica conteúdos sobre uso das TICs na educação.

@Midiaeducacao – Perfil do Blog MidiaEducação, do Colégio Medianeira.

@Educom_NCE_USP – Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo.

@medialiteracy – Twitter sobre media literacy (em inglês)

@alunoreporter – Divulgação de coberturas jornalísticas do Programa Nas Ondas do Rádio.

@plugedu – Rede social para educadores: Compartilhe conhecimento.

@PortalEdueTec – Portal Educação e Tecnologia, tudo o que você precisa para aprender, ensinar e ficar informado.

@RedeCarajas – Rede de Educadores Ambientais, Gestores, Educomunicadores da região de Carajás.

@ComuEduc – Twitter Oficial da Revista Comunicação & Educação.

@ncep_ufpr  – Núcleo de Comunicação e Educação Popular da UFPR.

@Ipadnaaula – Formação de professores e projetos de estudo sobre o uso de novas tecnologias na educação.

@porvir_ – Iniciativa que divulga conteúdos sobre inovação em educação.

@EADes__ – Para pensar as novas tecnologias na educação.

@PedagogiaDig – Elaboração de atividades pedagógicas mediadas no ambiente virtual.

@inovareduca – Discussão sobre o impacto das tecnologias nos processos de ensino-aprendizagem.

@metodoead – Tudo sobre Educação a Distância.

@ieducadigital – Desenvolvimento de projetos de integração da cultura digital aos variados ambientes educativos.

@institutoalana – Perfil do Instituto Alana, que trata sobre educação e demais áreas relacionadas à missão de honrar a criança.

@criancaeconsumo – Projeto Criança e Consumo, que discute comunicação mercadológica e publicidade direcionada ao público infantil.

2° Seminário de Políticas e Novas Mídias

Para quem se interessa por política e novas mídias, a dica que vou deixar aqui é imperdível. Eu me interesso bastante e utilizo as redes sociais diariamente, também como ferramenta política.

Dia 6 de julho, entre às 9h30 e 16h30, vai acontecer em Brasília o 2° Seminário de Políticas e Novas Mídias.

A agenda do evento está bem bacana. Pela abordagem dos temas, fica claro que o público-alvo contempla, majoritariamente, políticos e seus assessores, pois discute maneiras de gerenciar crises, perigos e vantagens das redes sociais para a imagem dos candidatos, além de dar diretrizes sobre como os políticos devem fazer uso das redes sociais para falar com os cidadãos.

Ok, com uma agenda dessas parece que o evento é restrito aos políticos. Engano.

A abordagem dada às discussões provavelmente não falará diretamente com o cidadão e sobre como ele pode utilizar as redes sociais a favor das causas que acredita e pelas quais luta, falará aos políticos, sobre como gerenciar essa nova realidade que se impõe ao cenário no qual estão inseridos.

Exatamente por isso acho interessante assistir o seminário (para conhecer as estratégias traçadas pelo governo e, assim, conhecer com quem estamos falando e como nosso interlocutor se comporta nas redes sociais).

Eu uso ferramentas como Twitter, Facebook, Instagram diariamente e, no âmbito político, já tive ótimos retornos. De fato existe um canal aberto de comunicação com os políticos, eles estão nas redes sociais e, se forem provocados, devem reagir, até mesmo para manter a boa vizinhança com seus eleitores potenciais.

Já participei de uma mobilização que deu super certo! A luta foi pela aprovação de um projeto de lei no senado. A mobilização via Twitter foi tão grande e significativa que a solicitação entrou na página principal do “Alô Senado” e, no dia da votação, a manifestação via redes sociais foi citada como uma das maiores já vistas pelo senado.

Vale dizer que o projeto em questão teve aprovação unânime pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e os senadores reconheceram a enorme demanda que chegou via mídias sociais.

Para alguns, democracia via novas mídias parece muito otimista ou quase irreal (já ouvi isso de amigos). Eu, porém, acredito na força política dessas ferramentas. Acho que as redes sociais estão a favor da população e suas demandas.

Para quem quiser saber mais a respeito do evento, clique aqui. E se você não puder comparecer, haverá transmissão online neste link.