A transformação por meio da arte

É, só conheci agora. E foi sem querer. Estava na frente da TV e fui surpreendida pelo documentário “Lixo Extraordinário”, que mostra o trabalho do artista plástico Vik Muniz junto aos catadores de materiais recicláveis do Jardim Gramacho, localizado em Duque de Caxias (RJ).

O projeto é inspirador. Todo o trabalho foi desenvolvido a partir dos recursos da própria comunidade; tudo o que está nas obras nasceu do aterro. E é isso que emociona e mostra como a arte pode se transformar numa ferramenta poderosa para mudar histórias de vida.

A ideia fundamental do projeto “Lixo Extraodinário” baseou-se no uso de material reciclável para construir grandes retratos. Vik fazia a foto dos catadores e, depois, projetava a imagem no chão do aterro. Sobre a imagem projetada, os catadores reconstruíam os retratos usando material reciclável. O resultado? Maravilhoso.

Retrato do catador Tião Santos

Retrato do catador Tião Santos

Ouvir a fala de cada envolvido no projeto é emocionante e, com certeza, o ponto alto do documentário. Muitos disseram que antes não tinham ambição de futuro, que sentiam vergonha da profissão e não esperavam mais nada da vida. É lindo ver o envolvimento dos catadores e ouvir as palavras de cada um após o término do projeto.

A transformação por meio da arte fica nítida nos depoimentos “pós projeto”.

As histórias, muitas vezes tristes e sem esperança, mudaram. O brilho nos olhos mudou. Eles afirmam que, depois de participarem da iniciativa proposta por Vik, se sentiram reconhecidos, valorizados e que passaram a entender a beleza do lugar em que trabalhavam. Ficavam emocionados ao ver seus retratos, pois cada detalhe do trabalho havia sido pensado, elaborado e realizado por eles, com carinho e muita dedicação.

O projeto “Lixo Extraordinário” tomou uma dimensão enorme e foi um grande sucesso também fora do Brasil. Em 2011 foi indicado ao Oscar na categoria “melhor documentário”.

Os retratos foram expostos no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 2009 e a exposição foi a segunda mais visitada, perdendo apenas para a exibição das obras de Picasso. O trabalho também foi leiloado em uma galeria de Londres e um dos catadores, Tião Santos, presenciou a repercussão do projeto no exterior. A emoção que ele sente é contagiante. Vale assistir.

“Lixo Extraordinário” é um exemplo admirável de como a arte pode contribuir para valorizar realidades que, num primeiro momento, parecem ser donas de apenas uma palavra: “exclusão”. Os catadores do Gramacho deixam claro em seus depoimentos que o envolvimento no projeto mudou radicalmente suas vidas e ambições de futuro.

O aterro foi desativado e, ao final do documentário, os rumos tomados por cada personagem são revelados. Foram trilhados novos caminhos, com uma segurança e autoconfiança que, com certeza, tiveram grande influência da experiência vivida durante o projeto. Por meio dos retratos produzidos os catadores falaram de si e das suas realidades, mostraram ao mundo o seu dia a dia e suas histórias e perceberam que era possível “fazer arte” com suas próprias mãos.

Com certeza, essa não deixa de ser uma proposta educomunicativa, em que a arte surgiu como uma forma de comunicação poderosa e deu a palavra a um grupo considerado “minoria”. O que se vê nos retratos vai além da imagem; cada obra traz consigo as histórias de suas personagens e, por trás da beleza estética que deslumbra os olhos, há uma imensa denúncia social, que revela as questões e a realidade de um grupo com muito a dizer e, muitas vezes, com pouco espaço para tanto.

O documentário, por levantar questões como “cultura”, “consumo”, “arte”, cidadania”, torna-se um material interessante para ser explorado em sala de aula. Veja aqui dicas para trabalhar o conteúdo com os alunos.

Para saber mais, visite o site do projeto e, abaixo, confira o trailer oficial. A direção é da britânica Lucy Walker.

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ABAP abre espaço para debate sobre publicidade infantil

Aproveitando o gancho do último post, no qual propus uma discussão sobre publicidade infantil, vou apresentar o movimento “Somos Todos Responsáveis”, liderado pela Associação Brasileira das Agências de Publicidade (ABAP).

A Associação, que garante reconhecer o poder de persuasão da publicidade, engajou-se numa iniciativa que visa oferecer espaço ao debate de um tema bastante polêmico: a propaganda direcionada às crianças.

O grande objetivo do projeto é pensar como a publicidade interage com as crianças e quais são os cuidados que devem ser adotados para garantir a segurança e bem estar deste público.

A discussão proposta pelo movimento é interessante, pois traz um perfil democrático e tenta fugir de posições radicalistas e extremistas. O debate é constituído por diversas vozes e, portanto, oferece diferentes pontos de vista sobre o tema.

Mães, pais, professores, pesquisadores, psicólogos, advogados, publicitários e produtores de conteúdo para crianças são alguns dos personagens que já deixaram suas opiniões no site do movimento.

Alguns grupos são radicais e acreditam que a proibição da propaganda infantil seria a solução para problemas como erotização precoce e consumismo infantil. Outros, porém, acreditam que o ideal é dialogar com as crianças e jamais proibi-las de ter acesso a determinado conteúdo, afinal, esconder o mundo talvez não seja a solução, o necessário é educar a criança para uma leitura crítica e consciente do ambiente em que está inserida.

O cartunista Maurício de Sousa, um dos entrevistados pelo movimento, fala sobre a responsabilidade dos produtores de conteúdo. Ele diz que sempre pergunta à sua equipe: “vocês deixariam seus filhos terem acesso à esse conteúdo?” Se a resposta for “sim”, ele aprova e, se for “não”, o trabalho é reiniciado.

Há também confissões de pais, que se assumem consumistas e dizem que o comportamento dos filhos é reflexo do exemplo que têm em casa.

O site do movimento é muito rico em informação, vale a pena conferir! E, se você acredita na relevância do debate proposto, apoie e compartilhe!

17° Seminário de Educação, Tecnologia e Sociedade

O Seminário de Educação, Tecnologia e Sociedade será, pela primeira vez, realizado totalmente a distância, através do Ambiente Virtual de Aprendizagem da FACCAT, o Eduline.

O evento, que acontece entre os dias 20 de outubro e 9 de novembro, terá coordenação da Professora Querte Teresinha Conzi Mehlecke, responsável pelo seminário desde a sua primeira edição. Querte tem grande experiência no tema; é licenciada em Pedagogia, Especialista em Informática na Educação e Dr.ª em Informática na Educação.

O grande objetivo do seminário é abrir espaço para que se reflita sobre as mudanças que as tecnologias vem exercendo no mundo em geral e no âmbito escolar, em particular.

Para se inscrever, clique aqui.

Valor da inscrição: R$20,00

Data limite para se inscrever: 23 de outubro de 2012.

A geração internet e o engajamento cívico

É comum ouvirmos que os jovens de hoje não se interessam por política e que possuem, até mesmo, aversão ao assunto. Talvez essa impressão esteja equivocada e, o que na verdade ocorre, é que esses jovens sintam-se desiludidos com o modelo político convencional, em que a ideia dominante é “nós votamos, eles governam”.

Os jovens da geração digital parecem querer mais que isso. Nasceram em uma realidade em que a participação e cooperação são possíveis; por meio da internet e das redes sociais conseguem expor seus pensamentos, opiniões e até mesmo influenciar decisões governamentais, como ocorreu com a campanha política do presidente americano Barack Obama, em 2007. Eles descobriram que, por meio das ferramentas online, podem lutar pelo o que acreditam.

A campanha de Obama, comandada pelo jovem Chris Hughes, foi sucesso absoluto e é sempre um ótimo case a ser avaliado quando o assunto tangencia os temas geração digital, redes sociais e política.

Hughes explorou a sede de mudança (comum aos jovens), mas inovou, ao entender que, agora, esses jovens estavam na internet e mais do que isso, estavam acostumados com a dinâmica do ciberespaço. Ele trouxe a vida política aos adolescentes da geração Y e confirmou que sim, existia interesse político entre eles.

A participação é fundamental para a geração internet, eles precisam “fazer parte” para se sentirem  motivados. Chris Hughes deu isso a eles: possibilidade de participarem da eleição de Obama de forma ativa e não por meio de campanhas tradicionais, em que, geralmente, o cidadão se torna mero espectador dos discursos proferidos pelos candidatos.

Obama sempre trouxe os cidadãos para perto de si, afirmando que eles eram fundamentais para a sua eleição, não como meros eleitores, mas como pensantes, como pilares de seu governo e, ao invés de oferecer frases de efeito, ofereceu ferramentas para construir um eleitorado engajado e ativo.

A grande sacada foi transferir toda essa energia que existe na internet para o “campo de batalha”, ou seja, usar as redes sociais e demais ferramentas online como meio para eleger Obama. Para isso foi criado o site my.barackobama.com, completamente interativo, o que despertou forte sentimento de comunidade e valorizou o poder do povo.

A campanha teve enorme êxito e mostrou que o ambiente online se tornou ferramenta política tão fundamental quanto as mídias tradicionais. Na TV não existe diálogo, o cidadão é exposto ao horário político sem que possa mostrar seu posicionamento; cria-se um enorme distanciamento entre eleitorado e candidatos. Já nas redes sociais, como o twitter, a aproximação acontece e, Obama, fez isso muito bem.

As ferramentas online, porém, não servem apenas para engajar durante as eleições, mas dá aos jovens a possibilidade de monitorarem de perto seus candidatos, cobrando posicionamentos e ações. Esses jovens possuem ferramentas sem precedentes para lutarem por mudanças. Precisam, para isso, ser estimulados e alertados acerca do poder que têm nas mãos. Eles não apoiam mais o modelo “nós votamos, vocês governam”; querem ter voz ativa no governo e, se precisar, não duvidem, ainda vão para as ruas, como acontecia há anos, quando a internet não existia.

Um bom exemplo de que os jovens usam o ambiente online como ferramenta política, mas não se restringem à ele, foi o recente manifesto “Amor sim, Russomanno não”, organizado por ativistas online para evitar que o candidato à prefeitura de São Paulo fosse eleito. A Praça Rossevelt, palco da manifestação, lotou.

A geração formada por esses “jovens digitais” não se contenta em assistir sem participar. Eles querem ser mais do que eleitores, querem ser colaboradores. E, se ignorados, vão arranjar meios de externar suas lutas – construir seus próprios canais de comunicação, produzir seus próprios vídeos, notícias, entrevistas, organizar fóruns e assim, mostrar que buscam participação ativa nas decisões políticas.

Portanto, talvez seja duvidoso afirmar que não são interessados em política. Eles querem um novo jeito de fazer política.

Educar na era digital

Educar sempre foi um grande desafio. Conforme o tempo passa, novas barreiras e problemas são apresentados aos professores, que precisam, constantemente, renovar os métodos de ensino, adaptando-se assim às novas realidades e demandas que surgem.

Atualmente, um dos desafios mais discutidos entre professores refere-se aos comportamentos e condutas desencadeados por um mundo cada vez mais digital.

Como educar jovens que estão, a todo o momento, conectados; recebendo informações pelos mais diversos canais? Jovens que aprenderam novas maneiras de assimilar conteúdos e são alfabetizados também pela mídia? Como lidar com essa realidade?

Foi pensando nesse contexto (e em homenagem aos dia dos professores) que a Editora Saraiva lançou o concurso cultural “Como é ser um educador na era digital?

O concurso é restrito a professores e os autores das respostas mais inspiradoras serão premiados com um kit composto por 10 (dez) livros de diversas áreas temáticas, que serão selecionados pela Editora.

Se você é professor, divida a sua experiência. As respostas podem ser enviadas até dia 14 de outubro de 2012. Saiba mais aqui.

Encontro Brasileiro de Educomunicação acontece esse mês em São Paulo

A programação do IV Encontro Brasileiro de Educomunicação, que acontece nos dias 25 e 26 de outubro,  já está disponível no site www.cca.eca.usp.br.

O evento contará com 4 mesas redondas, 20 painéis e 78 propostas de papers (o programa ainda poderá sofrer modificações).

Trata-se de um simpósio preparado para atender às necessidades de se promover um diálogo entre os alunos de educomunicação da ECA/USP e pesquisadores/profissionais da área.

Os que não puderem participar nos dias 25 e 26, terão o sábado à disposição, das 9 às 13h, na ECA, com uma mesa redonda sobre a associação ABPEducom  e mais quatro painéis, com 16 apresentações.

O valor da inscrição é o mesmo (R$ 50,00), participando o inscrito de um, dois ou três dias do evento.

Abaixo segue convite eletrônico do encontro. Compartilhe!

O uso de games na educação

O momento de lazer das crianças pode ser um grande alíado da educação. Estudiosos têm, cada vez mais, alertado pais e professores sobre a necessidade de se pensar atividades do dia a dia como potenciais abordagens para o processo de aprendizagem.

Percebemos que as crianças usam tecnologias com maior frequência quando estão fora da escola – isso poderia ser explorado sob a lógica do “home-style learning” – ou seja, aprender a partir das interações em casa, que, muitas vezes, chegam a ser mais espontâneas do que certas atividades propostas e desenvolvidas na escola.

Dentre as atividades de lazer que poderiam ser exploradas na educação, temos os games. Crianças e jovens utilizam jogos de computadores com grande frequencia e essa interação torna-se, inevitavelmente, parte do processo de aprendizagem.

Certos tipos de jogos – e deixemos de lado os violentos – envolvem uma série de atividades cognitivas: memória, estratégia, previsões, resolução de problemas e construção de hipóteses. O aprendizado, nesse caso, é adquirido por meio da experiência – “learning by doing“, o que é extremamente vantajoso, pois proporciona ao jovem senso de autonomia e autoconhecimento – ao invés de seguir instruções pré determinadas, ele explora, descobre, experimenta e desenvolve a sua própria maneira de interagir com o game.

Esse processo pode ser extremamente produtivo, mas os games, vez ou outra, carregam consigo conteúdos inapropriados para determinadas idades – e isso deve ser “fiscalizado” pelos pais. Comprar games violentos, por exemplo, contribuirá para a construção de um olhar e comportamento nem sempre positivos. A cognição, nesse caso, será explorada a partir de aspectos que podem prejudicar o desenvolvimento do jovem e de sua interação em sociedade.

Existem, porém, games extremamente interessantes, que exploram conteúdos educativos de forma interativa e lúdica. A criança pode, por exemplo, aprender a contar, ser introduzida ao alfabeto e ainda desenvolver a capacidade de pensar estrategicamente, criando hipóteses e soluções para problemas e barreiras que geralmente aparecem nos jogos.

Tomando o devido cuidado, games podem ser extremamente úteis para atividades pedagógicas.

Veja abaixo links que tratam sobre o tema:

Novas práticas na educação: o uso de jogos digitais para fortalecer a aprendizagem

Preconceito é o principal adversário dos games na educação

Games em educação: como os nativos digitais aprendem

João Mattar e o uso dos games apoiando a educação

Professores precisam interagir com jogos

A escola, o video game e o prazer

Games em educação

Escola Games

 

Referencial teórico sobre mídia e educação

Diversos leitores nos mandam e-mails pedindo referências bibliográficas sobre “Educomunicação”. Frente à demanda constante, decidimos criar uma lista de livros que devem ser lidos por aqueles que têm interesse no assunto.

Em linhas gerais, os livros listados abaixo tratam sobre comunicação, educação, mídia, juventude e cibercultura. Se você está lendo ou leu um livro que pode entrar para a lista, deixe sua dica no espaço de comentários!

Título: Comunicação e Educação: a linguagem em movimento
Autor: Adílson Citelli
Editora: SENAC

Título: La Educación desde La Comunicación
Autor: Jesús Martin Barbero
Editora: Grupo Editorial Norma (Buenos Aires)

Título: Educação, imagens e mídia
Autor: Cristina Costa
Editora: Cortez

Título: Por que estudar a mídia?
Autor: Roger Silverstone
Editora: Loyola

Título: Cibercultura
Autor: Pierry Levy
Editora: Editora 34

Título: Alienígenas na sala de aula
Autor: Bill Green e Chris Bigum
Editora: Vozes

Título: Sociedade da informação ou da comunicação?
Autor: Ismar Soares
Editora: Cidade Nova

Título: Idade Mídia: a comunicação reinventada na escola
Autor: Alexandre Le Voci Sayad
Editora: Jatobá

Título: El capital cultural de los jóvenes
Autor: Roxana Morduchowizc
Editora: Fondo de Cultura Económica (Buenos Aires)

Título: A cultura da mídia na escola
Autor: Maria da Graça Jacintho Setton (org.)
Editora: Annablume

Título: Crianças, adolescentes e a mídia
Autor: Victor C. Straburger, Barbara J. Wilson e Amy B. Jordan
Editora: Penso

Título: Beyond Technology: children’s learning in the age of digital culture
Autor: David Buckingham
Editora: Polity Press (Londres)

Título: A hora da geração digital
Autor: Don Tapscott
Editora: Agir Negócios

Ipad na sala de aula

Como se sabe, os métodos de ensino-aprendizagem evoluíram. Hoje, restringir-se à dupla “lousa e giz” já é considerado ultrapassado.

Os enormes avanços tecnológicos trouxeram mudanças expressivas ao campo da educação e, frente a esta realidade, os professores tiveram que descobrir novas maneiras de dialogar com seus alunos, cada vez mais conectados e detentores de uma nova linguagem; a linguagem digital.

São diversas as possibilidades para trazer a tecnologia para dentro da sala de aula, uma delas é por meio dos tablets.

Apresentado ao mundo em 2010 com o lançamento do Ipad (Apple), o tablet é um dispositivo pessoal em formato de prancheta que pode ser usado para acesso à Internet, visualização de fotos, vídeos, leitura de livros, jornais e revistas e para entretenimento com jogos.

O sistema de uso é por meio do touchscreen – sensível ao toque – ou seja, uma caneta especial, ou mesmo a ponta dos dedos, acionam as funcionalidades do aparelho, que já é utilizado no segmento empresarial e agora começa a aparecer nas salas de aula, como instrumento de ensino.

O uso dos tablets na educação ainda é uma aplicação recente, inclusive no Brasil. Existem algumas barreiras para que essa se torne uma prática recorrente, a primeira é o preço. Esses aparelhos são caros, custam em torno de 2mil reais. Outro desafio é a capacitação de professores. Os professores devem estar aptos a manusear os tablets corretamente e conhecer as possibilidades de explorá-los em sala de aula, como atividade didática.

O Projeto “Ipad na sala de aula” surgiu exatamente para tornar essas barreiras menores e tem como grande foco utilizar o tablet não apenas como plataforma de leitura, mas como instrumento de transformação dos tradicionais materiais didáticos, tornado-os  multimídia e interativos. Com isso, busca inovar as práticas escolares, tanto no aspecto tecnológico quanto no curricular.

Para impulsionar o uso do Ipad em sala de aula, o projeto oferece cursos e oficinas que visam capacitar professores para utilizarem o tablet como ferramenta de trabalho. São oferecidos cursos individuais, personalizados ou para grupos. Escolas, universidades, empresas e grupos de trabalho podem entrar em contato e solicitar treinamentos personalizados, de acordo com a demanda que necessitam.

O curso não se esgota em si. Após a capacitação, existe um acompanhamento das atividades desenvolvidas em sala de aula e o trabalho é avaliado com foco no feedback dos alunos.

Para saber mais sobre o projeto e solicitar treinamento personalizado para sua escola ou universidade, clique aqui.

60 perfis para seguir no twitter

Tem conta no twitter e se interessa por temas ligados à educação e comunicação? Então confira a lista que preparamos para você. Identificamos 60 perfis que merecem estar entre os seus favoritos!

Os perfis selecionados tratam, em linhas gerais, de temas como: educação e novas mídias, educação à distância, mobile learning, protagonismo juvenil, inclusão digital. Veja abaixo a lista dos twitters e um breve descritivo sobre cada um:

@Educomunicacao – Espaço para pensar a Comunicação e a Educação de forma integrada.

@educomUSP – Twitter da Licenciatura em Educomunicação da USP.

@institutoclaro – Para discutir as novas tecnologias na educação.

@Edudemic – Blog americano sobre educação e novas mídias.

@vozdacomunidade – Jornal Voz da Comunidade – O primeiro jornal do Complexo do Alemão.

@EducomBahia – Pesquisa sobre a interface entre a Comunicação e a Educação na UFBA.

@inovaEduca3 – 1° Congresso sobre Práticas Inovadoras na Educação.

@MVmob –  O celular nas escolas como plataforma de ensino e integração.

@educacaoufc – O Jornal da Educação dá voz à produção da Universidade Federal do Ceará.

@JornalismoJovem – Ao produzir conteúdos midiáticos, jovens tornam-se mais críticos.

@educacaoNet – Discussões sobre o uso de internet e tecnologia na educação.

@institutogens – Assessoria e Consultoria em Educação, Comunicação, Educom e Filosofia.

@revistapontocom – A interface entre a mídia e a educação num só lugar.

@Juv_Conectadas – As  TICs e participação social e política da juventude.

@DialogoTICs – Blog relacionado às tecnologias na educação.

@midiaseducacao – Programa de formação para o uso pedagógico das diferentes mídias.

@educarcomtec – Educar com Tecnologias : Blog Instituto Crescer e Intel Brasil.

@incsociodigital – Projeto que visa diminuir desigualdades e dificuldades de acesso às TICs.

@sintonia_jovem – Central de Notícias organizada e produzida por jovens.

@ticnaeducacao – Revista digital que alia tecnologia, informação e comunicação na Educação.

@NaveMDE – Departamento de Midiaeducação – CEJLL/NAVE.

@alemrede – Projeto Educomunicativo para aplicação na rede escolar.

@CirandaPR – Promoção e defesa dos direitos infanto-juvenis por meio da comunicação e educação.

@EF_USP – Escola do Futuro da USP: investiga as aplicações das TICs na educação.

@cgceducacao – Twitter sobre práticas comunicativas na educação.

@InstitutoFG – ONG que atua na linha do Protagonismo Juvenil e da instrumentalização de profissionais.

@webcurriculo – Tecnologias e Educação – PUCSP

@mlearningpedia – Primeiro blog Brasileiro sobre Mobile Learning.

@EADistancia – Perfil sobre Educação à Distância

@TICeducacao – Twitter da Revista Eletrônica TIC Educação.

@educacaohoje – Canal sobre o que acontece hoje em educação e tecnologia no Brasil.

@educultdigital – Espaço para troca de experiências sobre o que significa Educar na Cultura Digital.

@nasondasdoradio – Projeto da Secretaria Municipal de Educação de SP que incentiva o protagonismo juvenil.

@estacao_jovem – Estação Jovem, é um equipamento público da COMJUV, destinado aos jovens de São Caetano do Sul.

@RadioChiclet – projeto de rádio escolar desenvolvido por alunos de 07 a 10 anos na EMEF Profª Liliane Verzini Silva.

@edu_inova – Aprendizagem, diante do uso da tecnologia na educação.

@viracao – Perfil do site, da revista e da ONG Viração Educomunicação: Mudança, atitude e ousadia jovem.

@tecEdu – Perfil da editora da Revista Tecnologias na Educação.

@twitteduca – Jornalistas ajudando a construir e valorizar a educação através das mídias sociais.

@educaredebrasil – Portal educativo, que publica conteúdos sobre uso das TICs na educação.

@Midiaeducacao – Perfil do Blog MidiaEducação, do Colégio Medianeira.

@Educom_NCE_USP – Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo.

@medialiteracy – Twitter sobre media literacy (em inglês)

@alunoreporter – Divulgação de coberturas jornalísticas do Programa Nas Ondas do Rádio.

@plugedu – Rede social para educadores: Compartilhe conhecimento.

@PortalEdueTec – Portal Educação e Tecnologia, tudo o que você precisa para aprender, ensinar e ficar informado.

@RedeCarajas – Rede de Educadores Ambientais, Gestores, Educomunicadores da região de Carajás.

@ComuEduc – Twitter Oficial da Revista Comunicação & Educação.

@ncep_ufpr  – Núcleo de Comunicação e Educação Popular da UFPR.

@Ipadnaaula – Formação de professores e projetos de estudo sobre o uso de novas tecnologias na educação.

@porvir_ – Iniciativa que divulga conteúdos sobre inovação em educação.

@EADes__ – Para pensar as novas tecnologias na educação.

@PedagogiaDig – Elaboração de atividades pedagógicas mediadas no ambiente virtual.

@inovareduca – Discussão sobre o impacto das tecnologias nos processos de ensino-aprendizagem.

@metodoead – Tudo sobre Educação a Distância.

@ieducadigital – Desenvolvimento de projetos de integração da cultura digital aos variados ambientes educativos.

@institutoalana – Perfil do Instituto Alana, que trata sobre educação e demais áreas relacionadas à missão de honrar a criança.

@criancaeconsumo – Projeto Criança e Consumo, que discute comunicação mercadológica e publicidade direcionada ao público infantil.